“A pessoa que conseguir matar-me sabe que será aclamada como um herói”. Quem diria que esta frase saiu da boca de Mariam Lal, 54 anos, depois de ter sido nomeada enfermeira-chefe num hospital do Paquistão? Só quem soubesse que ela foi acusada de blasfémia pelos seus colegas de trabalho, que terão ficado furiosos com a atribuição do cargo de chefia a uma cristã. A história de Mariam é apenas uma das inúmeras histórias – verídicas – de perseguição contra os cristãos que a Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) denuncia no seu mais recente estudo, a que o 7MARGENS teve acesso em primeira mão.












