Sem oportunidades reais para se debruçaram sobre estas questões reveladas pelo caminho sinodal, as JMJ correrão o risco de ser mero fogo de artifício, incapaz de impulsionar a Igreja em Portugal num caminho rejuvenescido de maior intimidade com o Evangelho e de ser anunciadora corajosa do Amor, que se manifesta em maior solidariedade, fraternidade e acolhimento de todos.





