Miguel Ângelo Jardim, o amigo que perdi neste mês de Fevereiro, era um homem singular. Todos somos singulares, mas muitos temem a singularidade que os habita porque sabem que ela os reconduz ao «só», raiz da sua existência. Não era o caso do Miguel, que estava em permanente contacto com a radicalidade viva que o habitava.






