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Artigos de Luís Nuno Barbosa
Falta de caril e mais um bocadinho

Moçambicanos de Pemba

Falta de caril e mais um bocadinho

  Foi na passada segunda-feira, 31 de julho, que me encontrei com quatro jovens de Cabo Delgado, Moçambique, parte de um grupo de seis que veio desde lá para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) em Lisboa. Veio connosco uma amiga, a Andreia, que foi quem...

A arte do encontro

O mundo nas nossas mãos (4)

A arte do encontro

Escrevi, há mais de ano e meio, um texto de opinião no 7MARGENS sobre a minha experiência dos tempos de quarentena; entre outras coisas, num projecto que dava os primeiros passos: uma cantina solidária que nascia no Colégio Luso-Internacional de Braga para dar resposta aos casos de emergência alimentar que se multiplicavam, um pouco por toda a cidade, ao mesmo tempo que várias respostas sociais se viam forçadas a fechar as portas por causa da pandemia. Se, no início, pensávamos que seria um projecto para durar o tempo do confinamento, quiçá mais umas semanas, enquanto as respostas que tinham encerrado se recompunham, rapidamente nos apercebemos de que não era bem assim…

Diários de quarentena (46): Dez mil refeições e um cesto de cravos

Diários de quarentena (46): Dez mil refeições e um cesto de cravos

A minha experiência de dias de quarentena não será, talvez, a mais comum. Partilho-a assim, ao correr da pena, porque é também de forma apressada que se têm passado os meus dias. Depois de algumas semanas isolado num quarto, entre febre, livros, luto e silêncio, os meus dias mudaram completamente em muito pouco tempo. Juntei-me a um projecto do Colégio Luso-Internacional de Braga que, vendo que muitas instituições sociais estavam a fechar portas ou funcionavam só durante os dias de semana, numa altura em que a quarentena empurrava tantas pessoas, desamparadas, para situações de emergência, decidiu transformar a cantina do colégio numa linha de montagem de refeições solidárias.

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O livro será apresentado nesta quarta-feira, 16, a partir das 18h30, no auditório do Liceu Camões, em Lisboa, com intervenções da historiadora Maria Inácia Rezola, responsável da Comissão Comemorativa 50 anos do 25 de Abril, e por Fernando Marques Mendes, antigo padre do Macúti, um dos que denunciou os massacres cometidos pelo Exército português na então colónia de Moçambique.

Quando o Santo leu o “Herege”: Padre Américo, leitor de Guerra Junqueiro

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Nesta terça-feira, 15 de Setembro, passam 176 anos sobre o nascimento de Guerra Junqueiro. Não deixa de ser curioso assinalar a data lembrando uma carta escrita, há pouco mais de um século, por um jovem seminarista que ainda não era Padre Américo e que, entre tantas leituras possíveis, recomendava precisamente Junqueiro. [Texto de Henrique Manuel Pereira].

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