Nestas circunstâncias, o que pode aquele que se dirige ao rebanho da primacial Igreja de Braga?! Essa comunidade de origens insondáveis, que se confunde com a dissolução do Império Romano, pelo menos no que toca ao imaginário simbólico que fazemos dele. Isto é, sem nos tentarmos por outros caminhos, perguntar-se-ia hoje o que se espera dos dignatários herdeiros da bimilenária história da cidade, que jamais se libertou dessa tensão entre o pagão e cristão?! Como deverá ser a figura tutelar da mitra bracarense perante o imponderável dos próximos anos?!





