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Artigos de Nuno Miguel Rodrigues
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Temos de apostar seriamente na transformação das nossas paróquias, e com isto, criar uma cultura de paróquia. Deixarmos uma cultura de manutenção e passarmos a uma cultura virada para a missão. Não podemos continuar, apenas e só, a cuidar do rebanho, é fundamental irmos atrás da ovelha perdida, dos que estão fora. Este é um trabalho árduo que se chama Nova Evangelização.

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Terminou a Jornada Mundial da Juventude. E agora?

Depois destes banhos de multidão, de excelentes palavras proferidas, ao país, aos políticos, à igreja e aos jovens e de tantos gestos, o que fazer? Que caminhos a percorrer? Que coisas a mudar? Que atitudes e comportamentos a ter? Das duas uma: ou cai tudo em saco roto e continuamos a colocar vinho novo em odres velhos, ou então, arregaçamos as mangas, tomamos consciência do que nos foi exortado e vamos ser agentes de mudança de um país, de uma sociedade e de uma igreja renovada e com compromissos de mudança para um mundo melhor.

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A urgência de uma nova evangelização

Sim, esta é a maior urgência para a nossa Igreja Católica de hoje. Não tenhamos ilusões! Andamos já há alguns anos em serviços mínimos e apenas em cuidados paliativos. Ainda não tivemos a coragem de acordar para a vida e para o que é urgente. Estamos fartos de reuniões e mais reuniões. [A opinião de Nuno Miguel Rodrigues]

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A minha paróquia está morta

Há dias, numa assembleia de vigararia duma determinada diocese de Portugal, onde estava o bispo diocesano, alguns párocos e membros do povo de Deus, faziam-se grandes reflexões sobre como viver hoje a fé e como dinamizar a nossa Igreja. Entre bonitos discursos e palavras de ocasião, tentava-se olhar para o futuro e ver o que se podia melhorar.

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O Espírito Santo protagonista da missão

Falar sobre o Espírito Santo não é fácil; contudo, há muitas maneiras de o abordar. Há abordagens muito interessantes sobre as quais vale a pena debruçarmo-nos. Depois, há abordagens muitos simplistas e com uma linguagem demasiadamente piedosa que acaba por empobrecer o que é o Espírito Santo e o que Ele faz nos cristãos e na vida da Igreja. 

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Temos de apostar seriamente na transformação das nossas paróquias, e com isto, criar uma cultura de paróquia. Deixarmos uma cultura de manutenção e passarmos a uma cultura virada para a missão. Não podemos continuar, apenas e só, a cuidar do rebanho, é fundamental irmos atrás da ovelha perdida, dos que estão fora. Este é um trabalho árduo que se chama Nova Evangelização.

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Depois destes banhos de multidão, de excelentes palavras proferidas, ao país, aos políticos, à igreja e aos jovens e de tantos gestos, o que fazer? Que caminhos a percorrer? Que coisas a mudar? Que atitudes e comportamentos a ter? Das duas uma: ou cai tudo em saco roto e continuamos a colocar vinho novo em odres velhos, ou então, arregaçamos as mangas, tomamos consciência do que nos foi exortado e vamos ser agentes de mudança de um país, de uma sociedade e de uma igreja renovada e com compromissos de mudança para um mundo melhor.

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Sim, esta é a maior urgência para a nossa Igreja Católica de hoje. Não tenhamos ilusões! Andamos já há alguns anos em serviços mínimos e apenas em cuidados paliativos. Ainda não tivemos a coragem de acordar para a vida e para o que é urgente. Estamos fartos de reuniões e mais reuniões. [A opinião de Nuno Miguel Rodrigues]

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Não às armas nucleares (3):  a paz não exige anjos

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Foi uma grande semana para a democracia e contra os impérios: Órban, Bolsonaro e Vučić perderam eleições, Netanyahu perdeu o poder. A Hungria e a Sérvia libertam-se das democracias musculadas e da dependência de Moscovo; o Brasil terá evitado o regresso da direita radical. Em Israel, uma coligação de Gadi Eisenkot com os partidos árabes poderia recuperar o caminho de Yitzhak Rabin, que assinou os Acordos de Oslo com a OLP em 1993. [Texto de Mendo Castro Henriques]

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