“No caminho sinodal, por várias vezes, formal e informalmente, sentimo-nos balouçadas entre um passo em frente e dois atrás: uma frase de abertura do bispo de turno e uma declaração do Papa que fechava todas as possibilidades de diálogo. Os tempos não estão maduros para o diaconato: não estão maduros para quem? Que medos escondem estas resistências?” Uma reflexão de Patrizia Monte





