Um antigo responsável nacional pelo movimento católico Comunhão e Libertação (CL) nos Estados Unidos da América está acusado de abusos sexuais e psicológicos de jovens adultos e menores ao longo de um extenso período de tempo, conforme acabam de reconhecer os atuais dirigentes, em carta datada de 31 de outubro.
O CL admitiu igualmente não ter respondido de imediato de forma adequada às alegações que foram feitas ao dirigente abusador. “Entristece-nos profundamente o facto de, por vezes, aqueles a quem foram comunicadas as preocupações, terem sido lentos a acreditar e a reagir aos relatos que lhes foram apresentados”, refere a carta.
Os abusos terão ocorrido entre 1997 e 2018, “afetando múltiplas vítimas, incluindo menores”, afirma a nota. Naquele último ano foram recebidas denúncias, tendo os responsáveis desencadeado uma investigação a cargo de um escritório de advogados, a qual concluiu haver evidência credível de abuso. Outros casos surgiram, entretanto. O visado abandonou as funções e o próprio movimento, mas negou ter feito algo de errado e não se disponibilizou para colaborar na investigação dos casos mais recentes.










