Opinião
Opinião
[Metáforas vivas]
A gente quer inteiro e não pela metade
Este texto corresponde à homilia de domingo, 2 de agosto, [domingo xviii do tempo comum ― a ― 2026], proferida pelo padre Joaquim Félix na Ermida de S. Vicente, em Fragoso, no arciprestado de Barcelos.
O que fazer com o Cristo?
Jesus Cristo é a única personagem global que realmente dividiu a história. Pilatos não sabia o que fazer com Jesus, e por isso perguntou: “Mas que mal fez este?” [Texto de José Brissos-Lino]
Continuar o método sinodal
Para o Cardeal D. José Tolentino Mendonça, “uma Igreja maníaca da organização e da ordem, obcecada pelo regime da pureza distancia as pessoas. Torna-se um lugar de cerimónia, estático e correto como um museu, mas deixa de ser um território de celebração da vida, atravessado pelo quotidiano, pela sua turbulência e pelas suas pegadas.” [Texto de Guilherme d’Oliveira Martins]
Evangelismo ou proselitismo?
Jesus mandatou os seus discípulos para evangelizar e fazer discípulos. Mas alguns ainda fazem confusão entre fazer evangelismo, que inclui fazer discípulos ou fazer apenas prosélitos, isto é, convertidos de outras religiões ou adeptos. [Texto de José Brissos-Lino]
A Literatura e a Educação
A carta intitulada O Papel da Literatura na Educação (Paulinas, 2024) da autoria do Papa Francisco constitui uma boa surpresa e uma leitura para todos, que pretende despertar para o amor pela leitura, propondo uma nova atitude para os cristãos em geral, para os candidatos à formação eclesiástica e para os leitores em geral, visando abrir espaço à leitura de obras literárias. [Texto de Guilherme d’Oliveira Martins].
“Fora do diálogo não há salvação”
Foi Frei Bento Domingues quem afirmou: “Sei que a palavra Deus precisa de ser continuamente lavada e resgatada dos seus repetidos usos ridículos e criminosos, tanto no passado como no presente, mas não renuncio a ela. Na nossa cultura, o melhor e o pior é sugerido por essa palavra e por nenhuma outra com a mesma eficácia. [Texto de Guilherme d’Oliveira Martins]
Do lagar à mesa
O profeta Isaías apresenta Jesus Cristo como o “varão de dores” durante a Sua Paixão: “Quem deu crédito à nossa pregação? E a quem se manifestou o braço do SENHOR? Porque foi subindo como renovo perante ele, e como raiz de uma terra seca; não tinha beleza nem formosura e, olhando nós para ele, não havia boa aparência nele, para que o desejássemos.” [Texto de José Brissos-Lino]
Desfazendo três equívocos sobre Deus
Existem três dificuldades ou equívocos religiosos sobre o carácter de Deus, e que revelam algum desconhecimento sobre Ele. Por isso convém reflectir no assunto. Esses três equívocos sobre os quais nos vamos debruçar de seguida são muito comuns, infelizmente. [Texto de José Brissos-Lino]
O exemplo de Maria João Sande Lemos
Se há exemplo de ativismo religioso e cívico enquanto impulso permanente em prol da solidariedade, da dignidade humana e das boas causas é o de Maria João Sande Lemos (1938-2024), que há pouco nos deixou. Conheci-a, por razões familiares, antes de nos encontrarmos no então PPD, sempre com o mesmo espírito de entrega total. [Texto de Guilherme d’Oliveira Martins]
O que fazer com o Cristo?
Jesus Cristo é a única personagem global que realmente dividiu a história. Pilatos não sabia o que fazer com Jesus, e por isso perguntou: “Mas que mal fez este?” [Texto de José Brissos-Lino]
Continuar o método sinodal
Para o Cardeal D. José Tolentino Mendonça, “uma Igreja maníaca da organização e da ordem, obcecada pelo regime da pureza distancia as pessoas. Torna-se um lugar de cerimónia, estático e correto como um museu, mas deixa de ser um território de celebração da vida, atravessado pelo quotidiano, pela sua turbulência e pelas suas pegadas.” [Texto de Guilherme d’Oliveira Martins]
Evangelismo ou proselitismo?
Jesus mandatou os seus discípulos para evangelizar e fazer discípulos. Mas alguns ainda fazem confusão entre fazer evangelismo, que inclui fazer discípulos ou fazer apenas prosélitos, isto é, convertidos de outras religiões ou adeptos. [Texto de José Brissos-Lino]
A Literatura e a Educação
A carta intitulada O Papel da Literatura na Educação (Paulinas, 2024) da autoria do Papa Francisco constitui uma boa surpresa e uma leitura para todos, que pretende despertar para o amor pela leitura, propondo uma nova atitude para os cristãos em geral, para os candidatos à formação eclesiástica e para os leitores em geral, visando abrir espaço à leitura de obras literárias. [Texto de Guilherme d’Oliveira Martins].
“Fora do diálogo não há salvação”
Foi Frei Bento Domingues quem afirmou: “Sei que a palavra Deus precisa de ser continuamente lavada e resgatada dos seus repetidos usos ridículos e criminosos, tanto no passado como no presente, mas não renuncio a ela. Na nossa cultura, o melhor e o pior é sugerido por essa palavra e por nenhuma outra com a mesma eficácia. [Texto de Guilherme d’Oliveira Martins]
Do lagar à mesa
O profeta Isaías apresenta Jesus Cristo como o “varão de dores” durante a Sua Paixão: “Quem deu crédito à nossa pregação? E a quem se manifestou o braço do SENHOR? Porque foi subindo como renovo perante ele, e como raiz de uma terra seca; não tinha beleza nem formosura e, olhando nós para ele, não havia boa aparência nele, para que o desejássemos.” [Texto de José Brissos-Lino]
Desfazendo três equívocos sobre Deus
Existem três dificuldades ou equívocos religiosos sobre o carácter de Deus, e que revelam algum desconhecimento sobre Ele. Por isso convém reflectir no assunto. Esses três equívocos sobre os quais nos vamos debruçar de seguida são muito comuns, infelizmente. [Texto de José Brissos-Lino]
O exemplo de Maria João Sande Lemos
Se há exemplo de ativismo religioso e cívico enquanto impulso permanente em prol da solidariedade, da dignidade humana e das boas causas é o de Maria João Sande Lemos (1938-2024), que há pouco nos deixou. Conheci-a, por razões familiares, antes de nos encontrarmos no então PPD, sempre com o mesmo espírito de entrega total. [Texto de Guilherme d’Oliveira Martins]
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