Dossiês
Dossiês
Dez anos da Laudato Si', cinco anos da Fratelli tutti (7-8/32)
Vamos cuidar do planeta onde há confiança para superar as dificuldades
“Não há sistemas que anulem por completo a abertura ao bem, à verdade e à beleza, nem a capacidade de reagir que Deus continua a animar no mais fundo dos nossos corações.”
Que espero do Sínodo católico? (12)
Restituir a esperança ao mundo e à própria Igreja
Mais do que “o que espero do Sínodo”, vem-me espontaneamente dizer algo sobre “o que desejo do Sínodo” e o que espero que se evite. Desejo, sonho, que se possa respirar o clima de liberdade e coragem evangélica que assinalou os melhores momentos do Concílio Vaticano II. [A opinião de José Maria Pacheco Gonçalves]
Somos o que fazemos ao mundo
Com o seu texto, o Papa assume uma ampla perspetiva universal. Dito de outro modo, a sua origem não europeia permitiu-lhe uma experiência de vida, rica e diversa, onde naturalmente não se paga tributo ao pecado venial do eurocentrismo, que tende a identificar-se, de modo arrogante e redutor, com a universalidade inteira. [A opinião de Viriato Soromenho-Marques]
Ex-missionária em Moçambique
Simona Brambilla nomeada secretária do Dicastério dos religiosos
A ex-superiora geral das missionárias da Consolata Simona Brambilla foi este sábado, dia 7 de outubro, nomeada pelo Papa Francisco para o importante cargo de secretária do Dicastério para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica.
Que espero do Sínodo católico? (11)
Uma reforma para estar em forma
A Assembleia-Geral do Sínodo dos Bispos sobre a Sinodalidade está no início dos seus trabalhos e o 7MARGENS continua a publicaros textos dos seus leitores sobre o que esperam deste importante acontecimento (ver textos já publicados). Era ainda inverno quando, numa...
Uma exortação a sermos mais exigentes e interventivos
A novíssima exortação apostólica sobre o “não-cuidado” da casa comum dá alguns puxões de orelhas, mostrando a grande preocupação do Papa com tanta inoperância perante os problemas que se adensam. Mas o título – Laudate Deum –, citando mais uma vez S. Francisco de Assis, está no modo imperativo, dirigido de novo a todas as pessoas de boa vontade, propondo uma atitude humilde, confiante e grata, porque, alerta, “um ser humano que pretenda tomar o lugar de Deus torna-se o pior perigo para si mesmo”.
Papa ao movimento EoF
“A economia que mata, que exclui, que polui, que produz a guerra, não é economia”
Quando falamos das armas produzidas e vendidas para as guerras, isso é economia? E os “lucros obtidos às custas dos vulneráveis e indefesos”? Ou a “exploração dos recursos e dos povos”? Nada disso é economia, afirmou o Papa no seu discurso aos jovens (e não só) ligados ao movimento Economia de Francisco (EoF), que se encontram reunidos num encontro a decorrer presencialmente e online, desde esta sexta-feira, 6 de outubro, até domingo.
Participantes instados ao silêncio com jornalistas
Papa quer Igreja a olhar para a humanidade, respeitando diferenças e “sem batalhas ideológicas”
O Papa Francisco quer uma Igreja centrada em Deus e que olhe, “com misericórdia, para a humanidade”, não se preocupando com qualquer lógica “parlamentar” ou de “estratégias humanas, cálculos políticos ou batalhas ideológicas”. Por duas vezes – na homilia da missa da manhã e no discurso de abertura da assembleia sinodal, à tarde – o Papa insistiu na necessidade de respeitar as diferenças, caminhar juntos e fazer um exercício que dê “prioridade à escuta”.
Um choque em cadeia
Imagine que está na rua à espera do seu filho que o vem buscar de carro, e, de repente, vê um choque em cadeia. Vários carros embatem uns nos outros, o do seu filho incluído, e algumas pessoas sofrem lesões graves. O trânsito é intenso, e os carros que vêm da rua adjacente não sabem ao que vêm. Certamente vão ficar presos neste congestionamento e, na pior das hipóteses, poderão chocar contra os automóveis já no meio do desastre, sobretudo se vierem com muita pressa.
Que espero do Sínodo católico? (12)
Restituir a esperança ao mundo e à própria Igreja
Mais do que “o que espero do Sínodo”, vem-me espontaneamente dizer algo sobre “o que desejo do Sínodo” e o que espero que se evite. Desejo, sonho, que se possa respirar o clima de liberdade e coragem evangélica que assinalou os melhores momentos do Concílio Vaticano II. [A opinião de José Maria Pacheco Gonçalves]
Somos o que fazemos ao mundo
Com o seu texto, o Papa assume uma ampla perspetiva universal. Dito de outro modo, a sua origem não europeia permitiu-lhe uma experiência de vida, rica e diversa, onde naturalmente não se paga tributo ao pecado venial do eurocentrismo, que tende a identificar-se, de modo arrogante e redutor, com a universalidade inteira. [A opinião de Viriato Soromenho-Marques]
Ex-missionária em Moçambique
Simona Brambilla nomeada secretária do Dicastério dos religiosos
A ex-superiora geral das missionárias da Consolata Simona Brambilla foi este sábado, dia 7 de outubro, nomeada pelo Papa Francisco para o importante cargo de secretária do Dicastério para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica.
Que espero do Sínodo católico? (11)
Uma reforma para estar em forma
A Assembleia-Geral do Sínodo dos Bispos sobre a Sinodalidade está no início dos seus trabalhos e o 7MARGENS continua a publicaros textos dos seus leitores sobre o que esperam deste importante acontecimento (ver textos já publicados). Era ainda inverno quando, numa...
Uma exortação a sermos mais exigentes e interventivos
A novíssima exortação apostólica sobre o “não-cuidado” da casa comum dá alguns puxões de orelhas, mostrando a grande preocupação do Papa com tanta inoperância perante os problemas que se adensam. Mas o título – Laudate Deum –, citando mais uma vez S. Francisco de Assis, está no modo imperativo, dirigido de novo a todas as pessoas de boa vontade, propondo uma atitude humilde, confiante e grata, porque, alerta, “um ser humano que pretenda tomar o lugar de Deus torna-se o pior perigo para si mesmo”.
Papa ao movimento EoF
“A economia que mata, que exclui, que polui, que produz a guerra, não é economia”
Quando falamos das armas produzidas e vendidas para as guerras, isso é economia? E os “lucros obtidos às custas dos vulneráveis e indefesos”? Ou a “exploração dos recursos e dos povos”? Nada disso é economia, afirmou o Papa no seu discurso aos jovens (e não só) ligados ao movimento Economia de Francisco (EoF), que se encontram reunidos num encontro a decorrer presencialmente e online, desde esta sexta-feira, 6 de outubro, até domingo.
Participantes instados ao silêncio com jornalistas
Papa quer Igreja a olhar para a humanidade, respeitando diferenças e “sem batalhas ideológicas”
O Papa Francisco quer uma Igreja centrada em Deus e que olhe, “com misericórdia, para a humanidade”, não se preocupando com qualquer lógica “parlamentar” ou de “estratégias humanas, cálculos políticos ou batalhas ideológicas”. Por duas vezes – na homilia da missa da manhã e no discurso de abertura da assembleia sinodal, à tarde – o Papa insistiu na necessidade de respeitar as diferenças, caminhar juntos e fazer um exercício que dê “prioridade à escuta”.
Um choque em cadeia
Imagine que está na rua à espera do seu filho que o vem buscar de carro, e, de repente, vê um choque em cadeia. Vários carros embatem uns nos outros, o do seu filho incluído, e algumas pessoas sofrem lesões graves. O trânsito é intenso, e os carros que vêm da rua adjacente não sabem ao que vêm. Certamente vão ficar presos neste congestionamento e, na pior das hipóteses, poderão chocar contra os automóveis já no meio do desastre, sobretudo se vierem com muita pressa.
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