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Imagem de arquivo (2018) do Papa Francisco na alocução do Angelus. Foto © Paris Orlando, CC BY-SA 4.0 , via Wikimedia Commons.

No Ângelus

Papa recorda JMJ como “experiência entusiasmante”

Imagem de arquivo (2018) do Papa Francisco na alocução do Angelus. Foto © Paris Orlando, CC BY-SA 4.0 , via Wikimedia Commons.

Imagem de arquivo (2018) do Papa Francisco na alocução do Ângelus: a JMJ de Lisboa foi recordada como “entusiasmante”. Foto © Paris Orlando, CC BY-SA 4.0, via Wikimedia Commons.

O Papa Francisco pediu hoje o fim dos conflitos na Terra Santa, apelou ao diálogo na Venezuela e recordou a Jornada Mundial da Juventude como uma “experiência entusiasmante”. “Vejo que a experiência entusiasmante no último ano em Lisboa continua a dar frutos. Graças a Deus! Rezo por vós e, por favor, rezai por mim na Capelinha das Aparições”, afirmou o Papa no fim da oração do ângelus, no Vaticano.

A mensagem de Francisco foi dirigida aos participantes no Primeiro Festival de Jovens de Portugal, que está a decorrer em Fátima entre os dias 3 e 6 de agosto.

A partir do Vaticano, o Papa referiu-se também a situações de conflito no mundo inteiro, nomeadamente na Terra Santa, “já terrivelmente sangrento e violento”, desejando que “não se estenda ainda mais”. “Que se tenha a coragem de retomar o diálogo para que cesse imediatamente o fogo em Gaza e acabem todas as frentes da guerra, sejam libertados os reféns e se socorram as populações com a ajuda humanitária”, afirmou.

O Papa lembrou “todas as vítimas, em particular pelas crianças inocentes”, e expressou a sua proximidade “às comunidades na Terra Santa, na Palestina, Israel, Líbano”, lembrando também Mianmar. “Os ataque não podem ser mais uma solução. Não ajudam a percorrer o caminho da justiça, o caminho da paz, mas geram ainda mais ódio. Basta, irmãos e irmãs, basta. Não sufoquem a Palavra de Deus da paz, mas deixai que ela seja fruto na Terra Santa, no Médio Oriente, no mundo inteiro. A guerra é uma derrota”, sublinhou o Papa.

Francisco referiu-se também com preocupação à “situação crítica” na Venezuela” e apelou às várias partes para que “encontrem a verdade” e sejam “moderados”, evitando “todo o tipo de violência”, procurando com o diálogo o “verdadeiro bem da população” e não “interesses das partes!

Francisco lembrou ainda as populações da India e as vítimas de “chuvas torrenciais” e, no fim do seu encontro com os peregrinos na Praça de São Pedro, lembrou a memória, no dia 4 de agosto, do santo Cura d’Ars, padroeiro dos párocos. “Expresso a minha gratidão a todos os párocos que, com zelo e generosidade, entre tantos sofrimentos, entregam-se por Deus e pelo povo. Pensemos nos nossos párocos e um grande aplauso aos nossos padres, concluiu o Papa.

 

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