A Igreja Católica alemã, que é líder no contributo que dá habitualmente para as despesas da Santa Sé (juntamente com a dos EUA), teve “um verdadeiro colapso” nas receitas, em 2020, segundo dados divulgados pelo jornal Rheinische Post, citados por Il Messaggero.
Esta queda abrupta, que afeta igualmente as restantes igrejas e que foi, apesar de tudo, menor do que o cenário vaticinado, ter-se-á traduzido numa diminuição global de 800 milhões de euros, 6 por cento menos que no ano anterior.
Esta é uma má notícia para Roma, que tem dado sinais de preocupação com a redução das receitas. Ainda recentemente o Papa Francisco se viu na contingência de reduzir salários do pessoal que presta serviço no Vaticano, com destaque para os cardeais, como forma de evitar despedimentos.









