A Associação das Religiosas do Quénia quer estar na linha da frente da luta contra o tráfico de pessoas. “Como religiosas – disse a irmã Laura Pllanes, coordenadora das Religiosas Contra o Tráfico Humano, numa iniciativa realizada há dias – temos a responsabilidade de enfrentar esta praga” porque ela é “um problema real que acontece no mundo de hoje” e ignorá-lo “é um pecado de omissão”. Laura Pllanes considera urgente “lançar campanhas de sensibilização nas comunidades” cristãs e apelou a que todas as congregações religiosas colaborem nesta luta. Ler mais aqui.









