Quando falamos de liberdade religiosa no mundo temos que falar, antes de mais, em perseguição, e sobretudo sublinhar que os cristãos são os mais perseguidos de todos. Sem qualquer dúvida.
Quando falamos de liberdade religiosa no mundo temos que falar, antes de mais, em perseguição, e sobretudo sublinhar que os cristãos são os mais perseguidos de todos. Sem qualquer dúvida.
A perseguição contra os cristãos agravou-se entre 2017 e 2019, sobretudo na Ásia Meridional e Oriental, conclui o relatório Perseguidos e Esquecidos?, divulgado pela fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS). O documento fala numa verdadeira corrida contra o tempo em países como a Síria e o Iraque, onde o cristianismo pode praticamente desaparecer, se não se inverter a situação de forte instabilidade e não houver medidas da comunidade internacional que contrariem esta tendência.
E se George Clooney e Elton John ajudassem também na luta contra a perseguição aos cristãos? O apelo é feito pela Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) em Itália: não se fiquem pelo Brunei e alarguem o boicote a quem persegue cristãos, pede a organização.
“Até ao momento, a resposta da comunidade internacional à violência com base na religião e à perseguição religiosa em geral pode ser classificada como pouca e demasiado tardia”, diz Mark Riedemann, director internacional dos Assuntos Públicos e Liberdade Religiosa da Ajuda à Igreja que Sofre (AIS).
“Há uma agenda secreta para dividir a nação em duas, promovida por países muçulmanos e com a cumplicidade de diferentes estados sombrios como o Chade, a Nígéria ou a Líbia”, diz o bispo Juan José Aguirre, de Bangassou (República Centro-Africana).
A vila cristã de Mhardeh tem estado a ser alvo de ataques de grupos terroristas que ainda actuam na região de Iblid, denuncia a irmã Maria Lúcia Ferreira, conhecida como irmã Myri, uma religiosa portuguesa das Monjas da Unidade de Antioquia, que vive no mosteiro de São Tiago Mutilado, em Qara, 100 quilómetros a norte de Damasco.
Um jardim de infância e um centro polivalente. Dois projectos de reconstrução na região de Mossul, possíveis graças ao dinheiro conseguido com o leilão de um carro oferecido ao Papa.
A situação dos grupos religiosos minoritários agravou-se em 18 países e, em comparação com 2016, há mais países com violações significativas da liberdade religiosa, conclui o relatório que acabou de ser divulgado há minutos pela Ajuda à Igreja que Sofre...
Quando falamos de liberdade religiosa no mundo temos que falar, antes de mais, em perseguição, e sobretudo sublinhar que os cristãos são os mais perseguidos de todos. Sem qualquer dúvida.
A perseguição contra os cristãos agravou-se entre 2017 e 2019, sobretudo na Ásia Meridional e Oriental, conclui o relatório Perseguidos e Esquecidos?, divulgado pela fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS). O documento fala numa verdadeira corrida contra o tempo em países como a Síria e o Iraque, onde o cristianismo pode praticamente desaparecer, se não se inverter a situação de forte instabilidade e não houver medidas da comunidade internacional que contrariem esta tendência.
E se George Clooney e Elton John ajudassem também na luta contra a perseguição aos cristãos? O apelo é feito pela Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) em Itália: não se fiquem pelo Brunei e alarguem o boicote a quem persegue cristãos, pede a organização.
“Até ao momento, a resposta da comunidade internacional à violência com base na religião e à perseguição religiosa em geral pode ser classificada como pouca e demasiado tardia”, diz Mark Riedemann, director internacional dos Assuntos Públicos e Liberdade Religiosa da Ajuda à Igreja que Sofre (AIS).
“Há uma agenda secreta para dividir a nação em duas, promovida por países muçulmanos e com a cumplicidade de diferentes estados sombrios como o Chade, a Nígéria ou a Líbia”, diz o bispo Juan José Aguirre, de Bangassou (República Centro-Africana).
A vila cristã de Mhardeh tem estado a ser alvo de ataques de grupos terroristas que ainda actuam na região de Iblid, denuncia a irmã Maria Lúcia Ferreira, conhecida como irmã Myri, uma religiosa portuguesa das Monjas da Unidade de Antioquia, que vive no mosteiro de São Tiago Mutilado, em Qara, 100 quilómetros a norte de Damasco.
Um jardim de infância e um centro polivalente. Dois projectos de reconstrução na região de Mossul, possíveis graças ao dinheiro conseguido com o leilão de um carro oferecido ao Papa.
A situação dos grupos religiosos minoritários agravou-se em 18 países e, em comparação com 2016, há mais países com violações significativas da liberdade religiosa, conclui o relatório que acabou de ser divulgado há minutos pela Ajuda à Igreja que Sofre...
Nomeada pelo Papa
Pela primeira vez, uma mulher irá presidir às Obras Missionárias Pontifícias novidadeO Papa Leão XIV nomeou a religiosa irlandesa Mary Teresa Barron para presidir às Obras Missionárias Pontifícias (OMP), o que fará dela a primeira mulher a assumir a liderança deste organismo, responsável por apoiar a ação missionária da Igreja Católica em todo o mundo.
Testemunho
Perseu declara-se vítimaEscrevo como sobrevivente de abuso sexual na Igreja. Estive calado trinta e seis anos. Sou acompanhado há mais de oito. Não escrevo para defender a instituição, e nada lhe devo. Defendo duas coisas apenas: os sobreviventes e a Graça. [Testemunho de um sobrevivente de abuso sexual na Igreja Católica].
Anunciado esta sexta-feira
Nobel da Paz distingue Navi Pillay, jurista que liderou investigação da ONU sobre genocídio em GazaA jurista sul-africana Navi Pillay, antiga alta-comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, foi distinguida esta sexta-feira, 9 de outubro, com o Prémio Nobel da Paz de 2026, pelo seu trabalho em defesa da paz e do direito internacional, anunciou o Comité Nobel norueguês.
Padre da Obra da Rua morreu
Telmo Ferraz (1925-2026), cem anos a espalhar profeciaO padre Telmo Ferraz, da Obra da Rua, celebra cem anos de vida e missão. Membro do clero da Diocese de Bragança-Miranda, nasceu no Mogadouro a 25 de novembro de 1925 e começou cedo o seu sacerdócio de rebeldia e compromisso social. Denunciava a tragédia humanitária provocada pelas condições péssimas em que viviam quantos davam a vida na construção de barragens naquele Trás-os-Montes longínquo e abandonado dos anos 1950. [Texto de Tony Neves]
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