O Mário Castrim faleceu em Outubro de 2002. Se fosse vivo, faria hoje 101 anos. Foi jornalista, escritor e crítico de televisão. Foram as suas crónicas sobre o que se passava no “pequeno ecrã” de então que lhe valeram a fama – entre protagonistas e leitores – de crítico acerbo e impiedoso. Era, na verdade, extremamente exigente com quem fazia televisão, porque receava o poder nefasto que ela podia ter sobre as pessoas.





