O que Alice (nome fictício) gostaria era que os bispos católicos promovessem, a partir de agora, “ambientes seguros e de ajuda” para as vítimas de abuso sexual por parte de membros do clero, com uma estrutura destinada a acolher novas eventuais denúncias e capaz de dar “apoio psicológico, perguntando a cada vítima o que precisa e o que pode ser feito: não precisamos que nos julguem, precisamos de apoio”.





