A Caixa entrou-me em casa pelas mãos de uma mensageira. Não era um anjo, não! Mas andava lá perto. Trazia um brilhozinho nos olhos, era cara conhecida de caminho em comunidade. A Caixa era só uma caixa de papelão igual a milhões de outras caixas, mas… Dentro da Caixa, escrito a letras negras, quase gritava para a abrir! A seguir, leio arrepiada por baixo das letras gordas: “Que te leva àquela hora com Jesus”.







