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A espiritualidade em tempo de pandemia

A espiritualidade em tempo de pandemia

Quem conseguir ler profunda e espiritualmente este Tempo, descobrirá uma forma e um meio de transformação pessoal que o fará ser diferente, talvez cuidando mais a criação, o outro e a própria vida; quem viver este período na solidão, na incapacidade de reler o sentido da própria existência, poderá não ir além daquela atitude primária de quem volta à prepotências das agendas, à escravidão das reuniões, aos horários indisciplinados e velozes, à displicência com a família e à arrogância sobre o ambiente e a Criação.  

Uma nova normalidade

Uma nova normalidade

Nestes tempos de confinamento somos em grande parte privados da convivência social. Mas a convivência com outro tipo de amigos não foi, felizmente, afectada – estão neste caso os escritores e os filósofos. Embora sempre fizessem parte integrante das nossas vidas, a sua presença intensificou-se nestes meses, levando-nos a viver com eles a situação de isolamento que nos foi imposta.

O confinamento ou o retorno à espiritualidade

O confinamento ou o retorno à espiritualidade

Quem está habituado a ver em tudo a mão de Deus e a procurar em tudo o Seu rosto não pode estranhar o confinamento nem todas as suas consequências. Pelo contrário, a visão espiritual dos acontecimentos parte sempre, em primeiro lugar, da sua aceitação integral como mistério.

Sinais de discriminação?

Sinais de discriminação?

Aparentemente nos últimos dias ter-se-ão acumulado sinais de discriminação entre cidadãos, por parte de Governo e Presidência da República, o que é inaceitável. Mas nem a oposição sai bem nesta matéria.
Parece-me que há aqui qualquer coisa que não bate certo. Sabemos que uma adversidade inesperada como uma pandemia põe à prova qualquer sistema de saúde pública, mas também qualquer nível de governação, desde o local ao regional, nacional ou europeu, por exemplo. Trata-se dum teste duríssimo para quem decide e para as populações.

A espiritualidade em tempo de pandemia

A espiritualidade em tempo de pandemia

Quem conseguir ler profunda e espiritualmente este Tempo, descobrirá uma forma e um meio de transformação pessoal que o fará ser diferente, talvez cuidando mais a criação, o outro e a própria vida; quem viver este período na solidão, na incapacidade de reler o sentido da própria existência, poderá não ir além daquela atitude primária de quem volta à prepotências das agendas, à escravidão das reuniões, aos horários indisciplinados e velozes, à displicência com a família e à arrogância sobre o ambiente e a Criação.  

Uma nova normalidade

Uma nova normalidade

Nestes tempos de confinamento somos em grande parte privados da convivência social. Mas a convivência com outro tipo de amigos não foi, felizmente, afectada – estão neste caso os escritores e os filósofos. Embora sempre fizessem parte integrante das nossas vidas, a sua presença intensificou-se nestes meses, levando-nos a viver com eles a situação de isolamento que nos foi imposta.

O confinamento ou o retorno à espiritualidade

O confinamento ou o retorno à espiritualidade

Quem está habituado a ver em tudo a mão de Deus e a procurar em tudo o Seu rosto não pode estranhar o confinamento nem todas as suas consequências. Pelo contrário, a visão espiritual dos acontecimentos parte sempre, em primeiro lugar, da sua aceitação integral como mistério.

Sinais de discriminação?

Sinais de discriminação?

Aparentemente nos últimos dias ter-se-ão acumulado sinais de discriminação entre cidadãos, por parte de Governo e Presidência da República, o que é inaceitável. Mas nem a oposição sai bem nesta matéria.
Parece-me que há aqui qualquer coisa que não bate certo. Sabemos que uma adversidade inesperada como uma pandemia põe à prova qualquer sistema de saúde pública, mas também qualquer nível de governação, desde o local ao regional, nacional ou europeu, por exemplo. Trata-se dum teste duríssimo para quem decide e para as populações.

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Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …

[Arquipélago Jerusalém]

Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se … novidade

Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia  trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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