Um “ultimato”, não um plano de paz. O secretário-geral do Conselho Mundial (ou Ecuménico) de Igrejas (CMI), Olav Fykse Tveit, lançou um apelo no sentido de a comunidade internacional não apoiar o plano apresentado pelo Presidente dos Estados Unidos e pelo primeiro-ministro para a criação de dois estados independentes, Israel e Palestina, mas em que este último teria uma soberania limitada e perderia alguns dos territórios ocupados por Israel.








