A batalha é tremenda. O campo aberto, a violência instintiva. Ao centro, a cabeça quase perdida do soldado inclina-se perante a iminente estocada do nativo. A cabeça não cede, porém. A estocada não vem. Mas é neste quase, no imobilismo pictórico do grande mural do Altar da Liberdade, em Mactan, sobre a derrota dos espanhóis, a 27 de Abril de 1527, que reside o dilema das Filipinas. Que fazer de Magalhães? Celebrar o Evangelizador ou disparar sobre a Colonização?





