Se o diabo em pessoa surgisse bem vestido, com um discurso conservador, a relativizar a falta de ética social, a falta de amor e de cuidado pelo próximo, aliado aos poderosos, mas a marginalizar minorias e a apontar o dedo a determinados comportamentos relacionados com uma certa moral sexual, muitos cristãos o seguiriam como os ratos seguiram o flautista de Hamelin, hipnotizados, até se afogarem no rio. No conto dos irmãos Grimm, O Flautista de Hamelin, narra-se a estória de como aquela comunidade germânica se viu livre duma praga de ratos, no séc. XIII.





