As transformações profundas, às vezes silenciosas, com as quais as sociedades se confrontam – digitalização, automação, inteligência artificial, conceito de trabalho e relações laborais –, geram não só novos comportamentos, mas sobretudo novas formas de nos relacionarmos com o outro e com o mundo. À Economia Social (ES), não sendo imune a essa nova realidade, é-lhe também exigido que se transforme de modo a encontrar novas respostas sem que nessa procura e transformação perca a sua identidade.





