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Escolher um dos lados, desobedecer aos pais

Escolher um dos lados, desobedecer aos pais

  Para além de “Não fales com estranhos”, “Nunca respondas aos teus professores” e “Não abras a porta a ninguém” um dos ensinamentos que mais me foram repetidos durante a infância foi “Não escolhas lados”. Os meus pais sempre me ensinaram que não me devo meter em...

Escolher um dos lados, desobedecer aos pais

Chega de rodeios!

Se há coisa que aprendemos com a pandemia é que o tempo passa depressa. Aprendemos que devemos ter mais calma, aproveitar os momentos com aqueles de quem mais gostamos, comer o que queremos, ver o pôr do sol e consumir tudo o que as redes sociais têm para dar, certo? Errado. Chegou a altura de desacelerar.

Confinar o medo?

Confinar o medo?

Todos sentimos o impacto da pandemia, seja por conhecermos alguma vítima ou algum familiar ter sido afetado, por termos ouvido dezenas de reportagens nos media sobre a crise económica ou até por, mais de um ano depois, ainda detestarmos as máscaras. Após quase dois anos de distanciamento, continua o receio de estar perto do outro, a tentação de evitar um café com alguém porque “não tem cuidado nenhum”, de nos afastarmos porque temos receio de levar o vírus para dentro das nossas casas.

Escolher um dos lados, desobedecer aos pais

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  Para além de “Não fales com estranhos”, “Nunca respondas aos teus professores” e “Não abras a porta a ninguém” um dos ensinamentos que mais me foram repetidos durante a infância foi “Não escolhas lados”. Os meus pais sempre me ensinaram que não me devo meter em...

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Chega de rodeios!

Se há coisa que aprendemos com a pandemia é que o tempo passa depressa. Aprendemos que devemos ter mais calma, aproveitar os momentos com aqueles de quem mais gostamos, comer o que queremos, ver o pôr do sol e consumir tudo o que as redes sociais têm para dar, certo? Errado. Chegou a altura de desacelerar.

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Um 7 de Outubro por Delphine Horvilleur

[Entre Margens]

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Não sei se a carta de «calorosas felicitações» do Secretário-Geral da ONU ao Presidente do Irão, por ocasião da celebração do bonito Dia Nacional da Revolução Islâmica compara bem com a sua tentativa de contextualização histórica do ataque terrorista de 7 de Outubro de 2023, perpetrado pelo Hamas. Mas recorda-me um título e um autor. [Texto de João Santos].

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