“Omissões trágicas”, “bloqueio cognitivo”, “encorajamento do silêncio e sufoco do debate” são algumas das críticas que o reputado sociólogo árabe Asef Bayat acaba de fazer ao filósofo Jürgen Habermas, a propósito da tomada de posição deste intelectual acerca da guerra entre Israel e a Palestina, desencadeada pelo massacre do Hamas, em 7 de outubro último, do qual resultaram cerca de 1200 mortos em Israel e 240 reféns levados para a Faixa de Gaza.





