Jesus, que dizia de si próprio “não ter uma pedra onde assentar a cabeça”, rodeou-se de um grupo de discípulas e discípulos que o seguiam. Retiravam-se para a oração com frequência, mas viviam no mundo: eram pescadores, muitos deveriam ser agricultores, se tivermos em conta o tipo de simbologia utilizada por Jesus nas suas parábolas. Jesus falava de Deus a partir da linguagem comum do seu tempo e a partir das vivências daqueles que O ouviam. (Opinião de Teresa Toldy)






