Antes uma igreja que um museu, um centro de diálogo inter-religioso de excelência, ou mesmo a possibilidade de cristãos e muçulmanos poderem utilizar o espaço para rezar, mesmo que em sítios separados. Quatro muçulmanos portugueses respondem com estas possibilidades a um curto inquérito do 7MARGENS sobre o modo como olham para a reconversão de Hagya Sophia em mesquita.





