Quando a carta de Tomás Halík (O sinal das igrejas vazias – Para um Cristianismo que volta a partir) começa por perguntar “Que tipo de desafio representa esta ‘situação de templos esvaziados’ para o cristianismo, para a Igreja e para a teologia?”, somos levados a crer que nos irá oferecer uma análise histórico-teológica movida por um “sentimento muito vivo e impaciente de mudanças” (Y. Congar, 1969). Porém, ela restringe-se ao intra-eclesial: nela não ressoa a interpelação da cultura moderna à Igreja.





