Principal autor material da Lei da Liberdade Religiosa que viria a ser aprovada pelo Parlamento em 2001, o juiz conselheiro José Sousa e Brito considera que o objetivo fundamental de “pôr a legislação em matéria religiosa de acordo com uma nova Constituição democrática, depois do 25 de Abril, foi realizado, em grande parte devido à Lei da Liberdade Religiosa”. Na semana em que abre a exposição evocativa das duas décadas da Lei da Liberdade Religiosa em Portugal, o 7MARGENS publica a entrevista concedida por Sousa e Brito para o catálogo da exposição.







