São mulheres que carregam histórias pesadas e a maioria das cicatrizes que têm estão no coração. O mundo insiste em não as ver, em não as ouvir, em não as tratar. O mundo insiste em negligenciá-las e em silenciar a violência a que foram e são sujeitas. Quarta crónica de Luísa Lopes dos Santos que, entre 20 de Novembro e o final de Dezembro, esteve no campo de refugiados da ilha grega de Samos, como voluntária da Samos Volunteers.








