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Artigos de António Madaleno
Se Deus nunca ordenou, quem ordenou? – Testemunhas de Jeová, sangue e consciência

[Entre Margens]

O Deus que se revela no milagre das línguas

Há na Bíblia dois episódios sobre o carácter de Deus que envolvem um milagre linguístico. Separados por mais de dois milénios, revelam algo de extraordinariamente coerente sobre o Deus de que as Escrituras falam. [Texto de António Madaleno].

Se Deus nunca ordenou, quem ordenou? – Testemunhas de Jeová, sangue e consciência

[Entre Margens]

O sangue que salva e o sangue que mata: Judaísmo, Jesus e as Testemunhas de Jeová

Uma organização que se reclama herdeira fiel do monoteísmo hebraico acabou por construir uma política que contradiz frontalmente o espírito do judaísmo rabínico e o comportamento histórico do próprio Jesus de Nazaré. A mudança feita pelos líderes das Testemunhas de Jeová, a 20 de março de 2026, tornou essa contradição impossível de ignorar. (Texto de António Madaleno].

Quando a fé se torna cativeiro: alto controlo dentro da Igreja Católica

[Entre Margens]

Quando a fé se torna cativeiro: alto controlo dentro da Igreja Católica

Quando a fé deixa de libertar e começa a oprimir, algo se rompe na alma da Igreja Católica. Nos últimos tempos, temos assistido à emergência e, em certos casos, à conivência com estruturas religiosas que, sob o verniz da ortodoxia católica, replicam dinâmicas sectárias de obediência cega, controlo emocional e alienação familiar. [Opinião de António Madaleno]

Se Deus nunca ordenou, quem ordenou? – Testemunhas de Jeová, sangue e consciência

[Entre Margens]

A mentira do Natal pagão

Quando nos aproximamos da época natalícia, multiplicam-se os artigos de opinião, as peças jornalísticas e até vídeos e publicações de militância religiosa que repetem a mesma afirmação: o Natal é uma festa de origem pagã, uma cristianização tardia de festivais romanos como as Saturnais ou o Sol Invictus. A ideia é antiga na cultura popular – mas surpreendentemente recente na historiografia. [Texto António Madaleno].

Testemunhas de Jeová em Portugal: resiliência ou hipocrisia?

Testemunhas de Jeová em Portugal: resiliência ou hipocrisia?

O presidente da Comissão da Liberdade Religiosa, Dr. Vera Jardim, não poupou elogios às Testemunhas de Jeová (TJ), destacando a sua “notável resiliência” face à perseguição sofrida. Embora se devam reconhecer os muitos episódios históricos de perseguição deste grupo religioso, em especial durante o nazismo e, em Portugal, durante a ditadura do Estado Novo com Salazar, existem alguns aspectos que gostaria de apresentar ao leitor. [Texto de António Madaleno].

Testemunhas de Jeová em Portugal: resiliência ou hipocrisia?

Um conto (quase) de Natal

O Natal, sempre foi para mim como um fantasma. Um espectro luminoso que via dançar pelas janelas dos vizinhos, mas que nunca cruzava a entrada da nossa casa. Cresci a ouvir que era uma celebração pagã, uma armadilha do Diabo para nos afastar do único Deus verdadeiro, Jeová. Mas lá no fundo, sempre senti uma ponta de inveja, ao ver as crianças da minha rua com os seus olhos a brilhar de felicidade e antecipação por essa noite mágica em que o Pai Natal desceria pela chaminé para lhes entregar os tão desejados presentes. [Texto de António Madaleno].

Quando o abusador processa a vítima

Quando o abusador processa a vítima

A comunidade religiosa das Testemunhas de Jeová na Espanha pôs em tribunal uma associação que visa representar ex-membros dessa religião que se sentem vítimas das suas práticas religiosas, em especial, pelo ostracismo ou morte social praticados contra os ex-membros e regras internas que têm promovido o encobrimento de casos de abuso sexual de crianças.

Se Deus nunca ordenou, quem ordenou? – Testemunhas de Jeová, sangue e consciência

[Entre Margens]

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Quando a fé se torna cativeiro: alto controlo dentro da Igreja Católica

[Entre Margens]

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Testemunhas de Jeová em Portugal: resiliência ou hipocrisia?

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Bispos portugueses debatem crise da habitação, processo sinodal e proteção de menores

Reunidos em Fátima na próxima semana

Bispos portugueses debatem crise da habitação, processo sinodal e proteção de menores novidade

A crise da habitação e as condições de vida dos portugueses vão estar entre os temas de reflexão da 216.ª Assembleia Plenária da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), que arranca na próxima segunda-feira, 9 de novembro, em Fátima. Os trabalhos incluem ainda o ponto da situação do processo sinodal, a definição de uma nova fase do processo de proteção de menores e adultos vulneráveis e uma reflexão na sequência do encontro de outubro, em Roma, sobre a exortação apostólica Amoris laetitia.

Entre a linguagem do púlpito e a ‘voz’ da sacristia

Imprensa católica no PREC

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A comunicação social originou os maiores confrontos, durante e após o PREC, entre a hierarquia da Igreja Católica e vários Governos. Mas nem sempre por causa dos jornais diocesanos e dos boletins paroquiais que foram a sua voz mais dileta – sustentou o jornalista e investigador Alexandre Manuel na sua intervenção no colóquio Liberdade de imprensa: revolução e democracia em Portugal, organizado pelo Centro de Estudos de História Religiosa em parceria com o 7MARGENS.

Missão aMar em Porto Belo: agindo Deus, quem impedirá?

[Testemunho]

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Ultrapassando os receios e as dificuldades logísticas e financeiras, fomos preparando a missão e finalmente pudemos partir para o Brasil no dia 24 agosto, para continuar a servir e a pescar. Sim, em certo sentido, também somos “pescadores de homens” como o nosso patrono São Pedro, e fomos impelidos pela urgência do apelo de Jesus “vai e reconstrói a Minha Igreja”, dirigido a São Francisco de Assis e a todos nós, que somos a Igreja. [Testemunho do padre Tiago Fonseca]

Que propósito último, enquanto Humanidade, devemos perseguir?

[Entre Margens]

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Sem prejuízo dos propósitos particulares que, em liberdade, cada ser humano tem direito a perseguir, julgo que há propósitos comuns que têm a ver, desde logo, com a preservação dessa mesma liberdade. Se há um ou mais propósitos comuns à espécie, eles têm a ver, precisamente, com aquilo que torna a vida do ser humano, não apenas possível, mas significativa e com sentido. [Texto de Rúben Azevedo].

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