Joaquim Caetano, director do Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa, faz-nos notar aquilo que a obra de Álvaro Pirez de Évora deixa perceber com muita nitidez: se um artista se quiser fazer grande, pôr o seu talento a render da melhor forma possível e aprender tudo o que há a aprender com os melhores, tem que ir para onde eles se encontram. Um artista precisa de ver arte. E, se não há arte que o satisfaça no país onde vive, é obrigatório ir para longe e aprender.





