Os bispos católicos têm estado silenciosos, mas um conhecido sacerdote da diocese de Lyon, Christian Delorme, veio pedir-lhes que ergam a voz contra a extrema-direita. O voto em Macron não é “um novo cheque em branco”, diz. “Mas as duas candidaturas não são comparáveis. Uma não está fechada a mais humanidade, a outra leva-nos ao caos.”





