Mulheres moçambicanas, na sua maioria que perderam ou têm seus filhos internados em hospitais ou em casa, de baixa, como resultados dos tumultos havidos durante as manifestações pós-eleitorais, das últimas semanas, marcharam e ajoelharam-se em frente ao Conselho Constitucional, presidido pela juíza Lúcia Ribeiro. Elas representavam várias outras mulheres de diferentes estratos sociais.






