Os moradores de bairros de lata e bairros populares marcharam pelo Caminho de Francisco, este sábado, e concluíram quase cinco horas de sinais e testemunhos do cardeal Bergoglio enquanto este era arcebispo em Buenos Aires.
Caminhada pela cidade
Buenos Aires: moradores dos bairros populares celebraram FranciscoOs moradores de bairros de lata e bairros populares marcharam pelo Caminho de Francisco, este sábado, e concluíram quase cinco horas de sinais e testemunhos do cardeal Bergoglio enquanto este era arcebispo em Buenos Aires.
O conhecido teólogo da “Teologia da Libertação”, Leonardo Boff, considerou que Francisco “não é um nome, mas um projeto de Igreja”, Igreja cristã profundamente ligada a Jesus Cristo, mas que recebeu o alento de todo o ser de Francisco, que gostava de ser tratado por “bispo de Roma”. [Texto de Joaquim Armindo].
A geografia franciscana
A última viagem do Papa Francisco: um mapa-mundo com as periferias no centroFoi a última viagem de Francisco, feita no mesmo papamóvel que utilizou em tantos lugares fazendo do mundo inteiro a sua paróquia. O povo, o grande aliado do seu pontificado, acorreu aos milhares a manifestar que estava com o seu Papa.
O funeral de Francisco
Um Papa “no meio do povo”, que abraçou refugiados, deslocados e pobresOs “inúmeros” gestos e pedidos do Papa em favor dos refugiados, deslocados e dos mais pobres foram destacados este sábado, pelo presidente da missa exequial do Papa Francisco (1936-2025). Giovanni Battista Re elogiou também a sua capacidade de estar “no meio do povo” e de abrir a Igreja a todos.
Fruto do Concílio Vaticano II, vindo do “Terceiro Mundo” e por isso marcado pela Teologia da Libertação, que mudou o rosto da Igreja principalmente na América do Sul, o cardeal Bergoglio, depois Papa, que adoptou o nome Francisco em homenagem a S. Francisco de Assis, deixa uma marca indelével em toda a Igreja Católica e em todo o mundo cristão e não cristão. [Texto de António Caseiro Marques].
Papa evocado no 25 de Abril
Parlamento vota pesar por Francisco e quase todos os partidos o recordam com elogiosJosé Pedro Aguiar-Branco intervinha na cerimónia solene comemorativa do 51º aniversário do 25 de Abril, que decorreu na manhã desta sexta-feira, feriado nacional que celebra a instauração da democracia e da liberdade. Na sessão solene, só dois partidos – Chega e Iniciativa Liberal – não evocaram nem referiram o Papa Francisco.
Unido aos mais frágeis até ao fim
No funeral de Francisco, os últimos terão a última palavra“São os filhos que se despedem do pai”
Comissão Justiça, Paz e Ecologia da CIRP
Papa quis uma «Igreja pobre com os pobres, sinodal e em saída»A Comissão Justiça, Paz e Ecologia, da Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal (CJPE-CIRP), dá “graças pela vida e testemunho do Papa Francisco” e reconhece-se “no seu apelo a uma Igreja pobre com os pobres, sinodal e em saída”.
Caminhada pela cidade
Buenos Aires: moradores dos bairros populares celebraram FranciscoOs moradores de bairros de lata e bairros populares marcharam pelo Caminho de Francisco, este sábado, e concluíram quase cinco horas de sinais e testemunhos do cardeal Bergoglio enquanto este era arcebispo em Buenos Aires.
O conhecido teólogo da “Teologia da Libertação”, Leonardo Boff, considerou que Francisco “não é um nome, mas um projeto de Igreja”, Igreja cristã profundamente ligada a Jesus Cristo, mas que recebeu o alento de todo o ser de Francisco, que gostava de ser tratado por “bispo de Roma”. [Texto de Joaquim Armindo].
A geografia franciscana
A última viagem do Papa Francisco: um mapa-mundo com as periferias no centroFoi a última viagem de Francisco, feita no mesmo papamóvel que utilizou em tantos lugares fazendo do mundo inteiro a sua paróquia. O povo, o grande aliado do seu pontificado, acorreu aos milhares a manifestar que estava com o seu Papa.
O funeral de Francisco
Um Papa “no meio do povo”, que abraçou refugiados, deslocados e pobresOs “inúmeros” gestos e pedidos do Papa em favor dos refugiados, deslocados e dos mais pobres foram destacados este sábado, pelo presidente da missa exequial do Papa Francisco (1936-2025). Giovanni Battista Re elogiou também a sua capacidade de estar “no meio do povo” e de abrir a Igreja a todos.
Fruto do Concílio Vaticano II, vindo do “Terceiro Mundo” e por isso marcado pela Teologia da Libertação, que mudou o rosto da Igreja principalmente na América do Sul, o cardeal Bergoglio, depois Papa, que adoptou o nome Francisco em homenagem a S. Francisco de Assis, deixa uma marca indelével em toda a Igreja Católica e em todo o mundo cristão e não cristão. [Texto de António Caseiro Marques].
Papa evocado no 25 de Abril
Parlamento vota pesar por Francisco e quase todos os partidos o recordam com elogiosJosé Pedro Aguiar-Branco intervinha na cerimónia solene comemorativa do 51º aniversário do 25 de Abril, que decorreu na manhã desta sexta-feira, feriado nacional que celebra a instauração da democracia e da liberdade. Na sessão solene, só dois partidos – Chega e Iniciativa Liberal – não evocaram nem referiram o Papa Francisco.
Unido aos mais frágeis até ao fim
No funeral de Francisco, os últimos terão a última palavra“São os filhos que se despedem do pai”
Comissão Justiça, Paz e Ecologia da CIRP
Papa quis uma «Igreja pobre com os pobres, sinodal e em saída»A Comissão Justiça, Paz e Ecologia, da Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal (CJPE-CIRP), dá “graças pela vida e testemunho do Papa Francisco” e reconhece-se “no seu apelo a uma Igreja pobre com os pobres, sinodal e em saída”.
[Entre Margens]
Estafetas no fio da navalhaHá uma situação que, para mim, começa a ser difícil de explicar sem recorrer à ironia: centenas de estafetas têm conseguido, nos tribunais portugueses, o reconhecimento do seu vínculo laboral com as plataformas digitais. Ou seja, a Justiça diz, em determinadas decisões, que ali existe uma relação de trabalho. [Texto de Marcel Borges, presidente da Associação dos Imigrantes e Trabalhadores por Aplicação]
Texto integral
Apelo de Metz: Não há paz duradoura sem o outro, nem contra elePela sua relevância, publicamos abaixo o texto integral do Apelo de Metz, declaração assinada por diversos líderes religiosos franceses, por ocasião da visita do Papa Leão XIV.
[Entre Margens]
Nem que seja uma só criançaOntem, 27 de setembro, as comunidades católicas de todo o mundo assinalam o 112.º Dia Mundial do Migrante e do Refugiado. O Papa Leão XIV escolheu o tema: “Mesmo uma só destas crianças”. [Texto de António de Almeida-Ribeiro].
Viagem a França
Papa com críticas à eutanásia: “Não é possível aceitar como algo normal tirar a vida”O Papa apelou este domingo, no Santuário de Lourdes, em França, à valorização da vida em todas as suas fases, numa crítica indireta à recente legalização da eutanásia no país. “O que é legal não é necessariamente moral”, afirmou Leão XIV.
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