A tarefa de definir o tema principal das XXXIV Jornadas Teológicas de Braga, “Sinais do Tempo: Onde está o nosso caminho”, recebeu um forte impacto das dinâmicas em que a Igreja se encontra envolvida. Na resposta à sinodalidade e na consciência do entardecer que nos envolve, torna-se importante voltarmos aquilo que Nistezche anuncia: “Eu só podia acreditar num Deus que soubesse dançar (…); vede, um Deus que dança em mim”.





