Há um silêncio curioso quando se entra numa casa enfeitada para o Natal e não se encontra o presépio. As luzinhas piscam com entusiasmo, o pinheiro ergue-se como um altar laico, as renas sorriem em acrílico e o Pai Natal, sempre de bochechas rosadas e riso pronto, ocupa o centro do cenário. Falta, porém, algo que não faz barulho: o Deus Menino. [Texto de frei Pedro Mangana]





