As praias do Minho são, a vários títulos, lugares sagrados. Nós, os “aborígenes”, os “autóctones” somos os únicos a entrar naquelas águas abaixo dos 16 graus, como se nada fosse, apenas fazendo “caras de parvos”, que é nada mais do que descontrair todos os músculos e entrar mar adentro de encontro às vagas.










