Após a Páscoa e ao longo do verão, no interior do país, vive-se ao ritmo das romarias e das festas dos santos de secular devoção local. Quando, após a saída de uma grande parte da população ativa que emigrou nas décadas de 60-70 do séc. XX para a Europa, se pensava que estas festas se achavam comprometidas, surge agora a agradável surpresa de que elas aí estão de novo, embora vivenciadas de um modo diferente. Continuam a ser a “festa do povo” mas, nos últimos tempos, já com um novo figurino.






