O Serviço Jesuíta aos Refugiados (JRS) defende “a necessidade urgente de uma entidade externa e imparcial” no Espaço Equiparado a Centro de Instalação Temporária (EECIT) do aeroporto de Lisboa, onde um cidadão ucraniano terá sido espancado por inspetores do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), acabando por morrer. Também a Provedora da Justiça, Maria Luísa Amaral, voltou a pedir “alternativas adequadas” àquele serviço, que considera agora mais necessárias que nunca, “face ao momento de pandemia de covid-19”.





