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Aplicar o Sínodo é “cuidar de pessoas concretas”

Médica Sílvia Monteiro

Aplicar o Sínodo é “cuidar de pessoas concretas”

Na segunda parte da sua entrevista à Rede Sinodal em Portugal, a médica Sílvia Monteiro afirma que a Igreja “perdeu a capacidade de tocar a vida concreta das pessoas” e defende a aposta numa melhor comunicação. Para a cardiologista, que integra o Gabinete de Humanização Hospitalar do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, é urgente  que a Igreja vá ao encontro das periferias, e dá como exemplo as pessoas doentes, em particular aquelas que se encontram em cuidados de fim de vida e as suas famílias.

Do Concílio Vaticano II ao Sínodo

Do Concílio Vaticano II ao Sínodo

Se o Concílio Vaticano II, convocado por João XXIII se erigiu como resposta da Igreja ao mundo moderno, este Sínodo erigiu-se em nome do povo de Deus, em nome das pessoas, como resposta à desesperança e ao sofrimento no seio da própria Igreja e das nossas sociedades. E se o povo da comunidade cristã são todos os que pelo batismo se tornaram seus membros de pleno direito, diria que filhos e filhas de Deus serão todos os que habitam esta “Casa Comum”.

Aplicar o Sínodo é “cuidar de pessoas concretas”

Médica Sílvia Monteiro

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Na segunda parte da sua entrevista à Rede Sinodal em Portugal, a médica Sílvia Monteiro afirma que a Igreja “perdeu a capacidade de tocar a vida concreta das pessoas” e defende a aposta numa melhor comunicação. Para a cardiologista, que integra o Gabinete de Humanização Hospitalar do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, é urgente  que a Igreja vá ao encontro das periferias, e dá como exemplo as pessoas doentes, em particular aquelas que se encontram em cuidados de fim de vida e as suas famílias.

Do Concílio Vaticano II ao Sínodo

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Se o Concílio Vaticano II, convocado por João XXIII se erigiu como resposta da Igreja ao mundo moderno, este Sínodo erigiu-se em nome do povo de Deus, em nome das pessoas, como resposta à desesperança e ao sofrimento no seio da própria Igreja e das nossas sociedades. E se o povo da comunidade cristã são todos os que pelo batismo se tornaram seus membros de pleno direito, diria que filhos e filhas de Deus serão todos os que habitam esta “Casa Comum”.

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Um 7 de Outubro por Delphine Horvilleur

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