A peça em exibição no Teatro da Trindade, em Lisboa (até 16 de fev.), parte de um conflito em que uma médica (Custódia Gallego) entra em conflito com um padre (Pedro Laginha) face à iminência da morte de uma adolescente. Para o espetador português (ao contrário do americano), este não parece ser o problema nuclear. Não consta que seja um problema comum entre nós, mas é, na peça, o conflito que lhe dá unidade temática e abre para todos os outros que sobem à cena. [Texto de José Alves Jana]





