A Ucrânia era considerada o “celeiro do mundo” pelo peso que tem na produção e exportação mundial de trigo e outros cereais. Ao invadir esse país, a Rússia destruiu campos, rebentou redes de distribuição e bloqueou os portos da Ucrânia. Resultado: países do norte de África e do Magreb, bem como do Médio Oriente e de outras partes do mundo, ficaram sem abastecimento. A farinha e o pão escasseiam, os preços sobem e a fome piora. Foi este o quadro, em crescente agravamento, que levou o Papa Francisco, na audiência geral desta quarta-feira, 1 de junho, na Praça de S. Pedro, a lançar “um veemente apelo” a que “sejam feitos todos os esforços para resolver esta questão e para garantir o direito humano universal à alimentação”.





