Roberta Fuller apresenta-se: canadiana de Toronto, é mulher e é padre na Igreja Católica. E isso é possível? Sim, diz; a sua ordenação é válida, porque foi um bispo legítimo que a fez, mas ela é “não conforme à lei canónica”, admite. Por isso as cerca de 40 mulheres e alguns homens que se manifestam nesta quente tarde de sexta-feira, 6, próximo do Vaticano, empunham cartazes que, entre outras coisas, dizem que as “mulheres padres estão aqui”.





