
Píxide em prata dourada oferecida por Luís XIV à Terra Santa, que pode ser vista na exposição “O Tesouro dos Reis. Obras-primas do Terra Sancta Museum”. Foto © Fundação Calouste Gulbenkian
Está patente na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, até 26 de fevereiro próximo, a exposição “O Tesouro dos Reis. Obras-primas do Terra Sancta Museum”, havendo esta semana um terceiro ciclo de visitas guiadas, sob o tema “Histórias esquecidas da História”.
Como o 7MARGENS referiu, a mostra dá a conhecer objetos de valor incalculável, que foram doados por diferentes casas reais da Europa, o longo dos últimos 800 anos, em sinal da sua devoção aos lugares santos e em particular à Basílica do Santo Sepulcro. Essas peças – objetos de ourivesaria, joias, paramentos, incunábulos, cálices e crucifixos – guardadas e conservadas pela Custódia da Terra Santa, constituem, a partir de 2016, o Terra Sancta Museum, que se pode habitualmente visitar em Jerusalém (a insegurança devido à guerra tem estado a impedir qualquer atividade turística).
Depois de Lisboa, a exposição seguirá para Santiago de Compostela, já a partir de março. Assim, sobretudo para os portugueses – turistas e peregrinos – que não tenham possibilidade de a visitar em Lisboa, poderão contar com esta alternativa, que estará aberta até agosto, sob o titulo “Tesouros reais. Obras primas do Terra Sancta Museum”.
Na Galiza, em exibição vão estar mais de 500 peças – as que são provenientes de Jerusalém e um vasto acervo de peças da Galiza, que testemunham as relações entre Santiago e Jerusalém. Estas provêm do Museu Massó, do Museu da Catedral de Santiago, Museu das Peregrinações e de Santiago, Museu Catedralício e Museu de Mondonhedo, além de alguns conventos da região.
A exposição estará patente no Museu Centro Gaiás, que fica situado na nova Cidade da Cultura, mesma às portas de Santiago, e junto à saída da autoestrada do Atlântico. Depois da Galiza, a exposição seguirá para Itália e Estados Unidos da América.









