AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

ContrEconomia (6) – Há erros, mas fidelidade à Ressurreição pode e sabe resistir

A religião do consumo e ainda mais

ContrEconomia (6) – Há erros, mas fidelidade à Ressurreição pode e sabe resistir

A época da Contra-Reforma é também um tempo importante para a liturgia que se torna “espetáculo” distante do povo e isto influenciará muito a cultura económica latina. Depois de O Mercado e o Templo, o 7MARGENS publica agora o sexto texto de uma nova e importante série de Luigino Bruni, coordenador da iniciativa A Economia de Francisco.

ContrEconomia (5) – O espírito católico do mercado

E o “comércio civil” tornou-se o posto permanente

ContrEconomia (5) – O espírito católico do mercado

Depois de O Mercado e o Templo, o 7MARGENS publica agora uma nova e importante série de textos de Luigino Bruni, coordenador da iniciativa A Economia de Francisco. Nestes textos, o investigador fala sobre a empresa e a sua organização, e as interpelações que a situação contemporânea coloca à consciência religiosa e cristã, para concluir que a biodiversidade é uma lei fundamental também nas empresas.

Seis organizações cristãs criticam inação do G7

Combustíveis fósseis

Seis organizações cristãs criticam inação do G7

Seis organizações cristãs expressaram publicamente, no dia 23 de maio, o seu “enorme desapontamento com o facto do comunicado final dos líderes do G7” reunidos na recente Cimeira de Hiroxima “descrever como ‘apropriado’ o investimento público em combustíveis fósseis” e de nele “os líderes pedirem uma expansão do setor de gás e bloquearam os esforços para se comprometerem com a data de eliminação do carvão doméstico em 2030”.

ContrEconomia (1) – Era de fragilidade. E de consultores

A empresa, a sua organização e alguns contágios

ContrEconomia (1) – Era de fragilidade. E de consultores

Com o passar do milénio, passámos rapidamente do humanismo da imperfeição para o da busca da felicidade e do sucesso. A fragilidade, que marcava a luta das gerações anteriores contra o sofrimento, chegou à grande empresa e ultrapassou um limiar crítico. A crise desse universo moral tornou-se uma crise do universo produtivo. Os consultores chegaram às empresas, depois dos empresários e dos gestores. Depois da série O Mercado e o Templo, o 7MARGENS publica agora uma nova série de textos de Luigino Bruni, coordenador da iniciativa A Economia de Francisco. 

“Trabalhar ao domingo não faz sentido”

Trabalhadores Cristãos reafirmam

“Trabalhar ao domingo não faz sentido”

Trabalhar ao domingo, se não for “para cuidar de pessoas (crianças, jovens, idosos, famílias…), ou infraestruturas imprescindíveis à vida humana, não faz sentido”, afirma em comunicado o Movimento de Trabalhadores Cristãos da Europa (MTCE) a propósito da jornada mundial de luta pelo “domingo, dia livre de trabalho” que se comemora esta sexta-feira, dia 3 de março.

ContrEconomia (6) – Há erros, mas fidelidade à Ressurreição pode e sabe resistir

A religião do consumo e ainda mais

ContrEconomia (6) – Há erros, mas fidelidade à Ressurreição pode e sabe resistir

A época da Contra-Reforma é também um tempo importante para a liturgia que se torna “espetáculo” distante do povo e isto influenciará muito a cultura económica latina. Depois de O Mercado e o Templo, o 7MARGENS publica agora o sexto texto de uma nova e importante série de Luigino Bruni, coordenador da iniciativa A Economia de Francisco.

ContrEconomia (5) – O espírito católico do mercado

E o “comércio civil” tornou-se o posto permanente

ContrEconomia (5) – O espírito católico do mercado

Depois de O Mercado e o Templo, o 7MARGENS publica agora uma nova e importante série de textos de Luigino Bruni, coordenador da iniciativa A Economia de Francisco. Nestes textos, o investigador fala sobre a empresa e a sua organização, e as interpelações que a situação contemporânea coloca à consciência religiosa e cristã, para concluir que a biodiversidade é uma lei fundamental também nas empresas.

Seis organizações cristãs criticam inação do G7

Combustíveis fósseis

Seis organizações cristãs criticam inação do G7

Seis organizações cristãs expressaram publicamente, no dia 23 de maio, o seu “enorme desapontamento com o facto do comunicado final dos líderes do G7” reunidos na recente Cimeira de Hiroxima “descrever como ‘apropriado’ o investimento público em combustíveis fósseis” e de nele “os líderes pedirem uma expansão do setor de gás e bloquearam os esforços para se comprometerem com a data de eliminação do carvão doméstico em 2030”.

ContrEconomia (1) – Era de fragilidade. E de consultores

A empresa, a sua organização e alguns contágios

ContrEconomia (1) – Era de fragilidade. E de consultores

Com o passar do milénio, passámos rapidamente do humanismo da imperfeição para o da busca da felicidade e do sucesso. A fragilidade, que marcava a luta das gerações anteriores contra o sofrimento, chegou à grande empresa e ultrapassou um limiar crítico. A crise desse universo moral tornou-se uma crise do universo produtivo. Os consultores chegaram às empresas, depois dos empresários e dos gestores. Depois da série O Mercado e o Templo, o 7MARGENS publica agora uma nova série de textos de Luigino Bruni, coordenador da iniciativa A Economia de Francisco. 

“Trabalhar ao domingo não faz sentido”

Trabalhadores Cristãos reafirmam

“Trabalhar ao domingo não faz sentido”

Trabalhar ao domingo, se não for “para cuidar de pessoas (crianças, jovens, idosos, famílias…), ou infraestruturas imprescindíveis à vida humana, não faz sentido”, afirma em comunicado o Movimento de Trabalhadores Cristãos da Europa (MTCE) a propósito da jornada mundial de luta pelo “domingo, dia livre de trabalho” que se comemora esta sexta-feira, dia 3 de março.

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.

Pin It on Pinterest

Share This