
“O cardeal Tolentino Mendonça, prefeito do Dicastério para a Cultura e Educação, falará daquela que foi, para ele, a primeira experiência de participação num sínodo, como bispo.” Foto: cardeal José Tolentino Mendonça. Foto: DR.
É já esta quinta-feira, 15, à noite, o debate sobre caminhos para a concretização do Sínodo em Portugal e na Igreja Católica em geral, uma iniciativa do 7MARGENS. Um testemunho em vídeo do cardeal José Tolentino Mendonça abre um painel de depoimentos que servirão como incentivo à participação dos presentes. As inscrições continuam abertas até às 17h de quinta-feira.
O debate tem início às 21h e pode ser acompanhado por zoom, mediante inscrição prévia através do formulário disponível online, a qual permitirá receber o link de acesso.
O cardeal Tolentino Mendonça, prefeito do Dicastério para a Cultura e Educação, falará daquela que foi, para ele, a primeira experiência de participação num sínodo, como bispo. Ao longo de 12 minutos, ele sublinha como a assembleia sinodal dos bispos, em outubro último, “não caiu de paraquedas” na vida da Igreja, antes foi precedida de uma fase de auscultação reveladora de “criatividade e entusiasmo”. Descreve de forma sumária o método de “conversação no Espírito”, em pequenos grupos, que permitiu chegar ao documento-síntese final, aprovado por significativa maioria, apesar da diversidade das experiências e visões presentes. A escuta de todos e a participação de todos na vida da Igreja são, para o cardeal português, pontos distintivos de uma Igreja que está a aprender a ser sinodal.
Depois deste testemunho, seguem-se mais três, igualmente breves, antes de a assembleia tomar a palavra. Intervêm José Carlos Prazeres, 44 anos, casado e pai de três filhas, que é membro do Conselho Pastoral da Paróquia de Fátima, pelo qual foi nomeado delegado sinodal, e acompanha o grupo de jovens da paróquia.
Por sua vez, Nuno Santos é padre e reitor do Seminário da Diocese de Coimbra. É também capelão da Capela da Universidade de Coimbra e professor convidado da Universidade Católica Portuguesa.
Por fim, Fátima Almeida, 65 anos, é casada e mãe de três filhos, e está reformada, depois de um percurso profissional na indústria têxtil e vestuário durante 35 anos e mais 10 como dirigente livre na JOC (Juventude Operária Católica) e na LOC-MTC (Movimento de Trabalhadores Cristãos). Neste âmbito, foi coordenadora nacional da LOC-MTC de 2007 a 2013 e co-presidente do Movimento Mundial de Trabalhadores Cristãos de 2017 a 2021. Atualmente, integra a Comissão Justiça e Paz de Braga.









