
“A resposta articulada ao nível das nações é indispensável, e tem de ser exigida por parte de todos os cidadãos, mas não chega”, sublinha a CNJP. Foto © COP 28 UAE
O acordo alcançado na 28ª Cimeira das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP28) não foi tão longe como a Comissão Nacional Justiça e Paz (CNJP) gostaria, mas “não pode deixar de ser saudado como muito positivo”, afirmam os seus responsáveis em comunicado enviado às redações nesta sexta-feira, 15 de dezembro. E deixam um apelo: “mais do que discutir o que poderia ter sido alcançado e não foi, agora é o momento de começarmos a traduzir em decisões e gestos concretos o que foi acordado”.
“Esse parece-nos ser, aliás, um dos critérios mais certeiros para se poder avaliar a importância que este encontro terá para o futuro que estamos a construir”, afirma a CNJP na sua nota à imprensa, interpelando “todos os cidadãos a que, na medida das suas possibilidades, possam assumir a parte que lhes compete”.
O organismo da Igreja Católica recorda que é fundamental uma ” mudança nos estilos de vida, dando lugar à sobriedade e promovendo o exercício do cuidado da casa comum”. A CNJP sublinha ainda que “a resposta articulada ao nível das nações é indispensável, e tem de ser exigida por parte de todos os cidadãos, mas não chega, devendo ser complementada e incentivada pelo compromisso de cada um”.









