As “ditaduras desgastadas que se apropriam do nome de Jesus para legitimar o seu autoritarismo” evitam “falar da cruz” e “silenciam o Crucificado, pois “um Messias que se humilha, que serve e que dá a vida pelos outros desmascara a arrogância deles e condena suas aspirações de permanecer no poder para sempre”, afirmou Silvio Báez, bispo auxiliar exilado de Manágua, na Nicarágua.









