Como olhará o pianista Faraj Suleiman para as imagens de extermínio do seu povo que todos os dias lhe chegam pela televisão, porventura também pelo telemóvel, enviadas pelos seus familiares e amigos? Radicado em Paris desde 2019, o músico é multifacetado: o seu último disco, Maryam, é um poema que celebra o sonho e o amor, o céu e a terra, mas que também grita por “uma mão cheia de ar”.












