Nos primeiros anos da década de 1970 – vivia-se em sobressalto na vigência do marcelismo – damos pela presença de grupos de empregadas domésticas ligadas à JOC (Juventude Operária Católica) que, um pouco por todo o país, se tinham organizado para debater as dificuldades por que passavam e para encontrar uma saída para os seus problemas de vida, uma vida dura que se iniciava de manhãzinha cedo e entrava pela noite dentro. [Texto de Avelino Pinto].





